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Levada à cena em 2012 na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, com encenação de Jorge Silva Melo, fala-nos do periodo de terror da Revolução Francesa, em particular os julgamentos arbitrários e violentos. Nesta peça, os antagonistas Georges Danton e Robespierre lutam por fim diferentes, o primeiro para acabar com o Tribunal Revolucionário, enquanto que o segundo utilizou aquele instrumento para aniquilar toda a oposição.

Sobre ela ficam as palavras de Jorge Silva Melo “Pretender fazer A Morte de Danton, o enigmático texto de Georg Büchner é desejo profundo de quem começou a dirigir espetáculos nos velhos anos 70 daquele outro século, sanguinário também. Porque é na Morte de Danton que se lançam todas as questões do teatro que depois nos viria a interessar, é nela que a herança de Shakespeare é ultrapassada e o seu sopro histórico absorvido. Peça desequilibrada, insólita, premonitória, desarrumada, desalinhada - em que às cenas de multidão se sucedem as insónias mais íntimas, em que a História é vista como um pesadelo noturno, peça de um negro pessimismo, é a peça sangrenta de um rapaz fixando a morte. E a mim sempre me interessaram os escritos de juventude. Do jovem Brecht à jovem Sarah Kane, do jovem Harrower ao jovem Fosse ou ao José Maria Vieira Mendes - tenho-me encontrado sistematicamente entre aqueles que afinam ainda a voz, que ainda não encontraram o equilíbrio formal, que ainda sangram. E A Morte de Danton é esse texto: as convulsões da História vistas por um rapaz perplexo, aflito, inseguro, perante a morte.”

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